Pequena, mas bela,
Que vive a vida sambando,
Caindo de vez em quando,
Sempre tentando não chorar.
(...)
Pois que seria destes versos,
Ou a minha alma enferma?
Que seria desta caneta,
De tinta espessa que drena?
Ou deste papel,
Poroso, pautado, e agora em cena?
Que seria de tudo isto afinal
Se não existisses tu,
Madalena?»

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